Crédito da imagem: Sofina
Alegações: coloqui aqui as alegações sobre a linha Jenne de um modo geral. Já as alegações mais específicas em relação ao Jenne Day Protector SPF 50+ PA+++ são estas:
Sofina Jenne Day Protector
Moisturizer for daytime use to protect skin from UV rays and dryness for application after lotion in the morning
Retains hydration during daytime and helps maintain foundation longer
“ADVAN” UV-barrier technology*3 to protect a deeper layer of the skin from damage
ADVAN: anti-damaging uv-A network
• Formulated with ceramide care ingredient (moisturizer)*4
• Formulated with rosemary extract (moisturizer)
• Blends into the skin transparently
- Available for use as a makeup base
- Oil free
- Non-acnegenic formula
- Delicate floral-fruit scent
- Color free
SPF50+ Non-greasy, smooth finish
*3 Technology to protect a deeper layer of the skin from UV-A damage
*4 Cetyl-PG Hydroxyethyl Palmitamide, Bis-Methoxypropylamido Isodocosane
Fone: Kao Corporation
Textura: bem fluida. Espalha extraordinariamente bem.
Não deixa NENHUMA sensação pegajosa.
Primeira foto: protetor da Sofina. Não grudou NENHUM grânulo de chocolate:
Já nesta, o protetor Fotoequilíbrio FPS 50, da Natura. Grudaram praticamente TODOS os grânulos de chocolate que coloquei:
Estão vendo porque ando desprezando protetores solares não japoneses, sejam nacionais ou importados? Não adianta as empresas ocidentais prometerem texturas secas, absorção rápida e blá blá blá se isso não for verdade. Sente-se literalmente na pele que não é bem assim. Muitos protetores ocidentais que surgem como supostos “lançamentos” têm fórmula praticamente igual as de seus antecessores. Não vou nem citar a marca, vocês sabem qual é. Tem uma marca francesa que a cada uns 6 meses faz um suposto lançamento. Então experimentamos, pensando que agora é verdade, que agora a textura do produto é realmente agradável. E mais uma vez se decepciona. Às vezes, de tanto o fabricante alegar que a textura do produto é seca, a gente acaba até se sugestionando a achar que realmente é. Mas quando compara com certos protetores japoneses (não todos, lógico, até porque não é todo mundo que deseja este efeito), aí sim fica conhecendo o que é uma textura realmente seca, um a aparência sem brilho.
Perfume: é o que o fabricante descreve, ou seja, “floral frutal”. Pessoalmente, preferiria que fosse sem. De todo o modo, não é forte (mas também não é dos mais discretos). Não tem nenhum cheiro que lembre protetor solar.
Resultado: como escrevi anteriormente, não ficou nenhum resíduo pegajoso. Além disso, ele seca (e quando digo que seca, é seca mesmo, completamente) em aproximadamente 3 minutos. Se a pessoa passar a mão no rosto após aproximadamente 3 minutos, ela não vai sentir nenhuma sensação de oleosidade, nenhuma sensação escorregadia. O que ela vai sentir é que ela passou um primer na pele – ou até que nem passou nada.
Quanto à hidratação, embora a textura do produto seja seca, senti que ele hidratou, sim – o que é meio paradoxal, mas pelo menos foi o que senti. Obviamente, isto é mais subjetivo. Mas vi no blog da revista Elle de Hong Kong uma pessoa que usou um aparelho para medir a hidratação da pele (os blogueiros asiáticos adoram estes aparelhos) . O resultado foi que o aparelho mostrou que a hidratação da pele dela subiu bastante após o uso do produto. Logo, é possível, sim, o produto oferecer uma textura seca e ao mesmo tempo hidratar.
Já quanto à proteção, também só tenho elogios. Peguei sol do meio dia com ele e, mesmo assim, o tom da minha pele não se alterou.
Sobre o “white cast”, não deixou minha pele esbranquiçada, mas em uma pele morena, escura, provavelmente vai deixar nos primeiros aproximados 15 ou 20 minutos.
Quantas vezes vocês já tiveram vontade de usar um serum ou algum outro cosmético de dia, mas por causa do protetor solar, isso não seria possível, já que a pele ficaria muito oleosa? Usando esta versão da linha Jenne, no entanto, é possível usar diversos produtos ao mesmo tempo, porque ele seca e ajuda a tirar o brilho dos produtos aplicados anteriormente.
Ingredientes: lista completa aqui.
O que eu destaco é:
Óxido de zinco: protetor físico. Um das melhores substâncias que se conhece para proteger a pele contra os raios UV-A. Se não a melhor. A Sofina usa uma forma de óxido de zinco chamada Advan UV-Barrier Technology . Ler sobre aqui. Além disso, escrevi um artigo sobre o óxido de zinco: aqui.
Univul-A Plus (Diethylamino Hydroxybenzoyl Hexyl Benzoate): filtro orgânico desenvolvido pela alemã Basf. Não procurei estudos sobre este filtro, mas o fabricante alega que é altamente fotoestável e oferece alta proteção contra os raios UV-A.
Silicones e glicerina: ajudam a manter a hidratação da pele.
Extrato de eucalipto: usado em toda a linha Jenne. Comentei sobre este extrato aqui.
Modo de usar: como qualquer outro protetor. Não esqueçam: para atingir o FPS declarado no rótulo de qualquer protetor solar, seja no Brasil ou no Japão, é necessário aplicar uma quantidade de aproximadamente 2mg/cm2 – o que para o rosto é mais ou menos uma quantidade deste tamando, ou seja, mais ou menos uma colher de chá:

Crédito da imagem: Sofina
Sei que o vídeo está em japonês, mas é só para mostrar melhor a quantidade que deve ser aplicada:
Às vezes eu vejo gente dizendo que, por exemplo, o Anthelios é seco. Mas será que a pessoa aplicou uma quantidade de 2mg/cm2? Porque quando faço minhas resenhas de protetores solares, estou me referindo a essa quantidade.
Idioma: posso estar enganado, mas acho que só em japonês. Talvez em chinês também, já que Sofina também é vendida em Hong Kong.
Onde comprar: para quem prefere as lojas japonesas, Ichibankao. Já para quem prefere as de Hong Kong, Bobodave.
Preço: aproximadamente R$ 65.
Limpeza: parece que não precisa ser retirado com demaquilante, que pode ser removido com limpador “normal”. Ainda assim, acho mais seguro usar um demaquilante antes do “sabonete”.
Conclusão: mais um protetor solar japonês que oferece alta proteção contra os raios UV-A e UV-B, porém com textura muito melhor dos que são vendidos aqui, por não deixar sensação oleosa.
P.s: 1 – muita gente compra uma versão com FPS mais baixo do produto, pensando que esta versão será ainda mais matificante. E se decepciona por ser relativamente oleosa. Protetor solar japonês, pelo menos quando é à base de óxido de zinco, costuma ser “ao contrário”: quanto mais alto o FPS, mais matificante a textura dele costuma ser.
2 – Não é o protetor japonês mais matificante. Não é o que eu indicaria para quem quer matificação “extrema”.
3 – Por esta semana vou publicar um quadro resumo sobre diversos protetores solares japoneses.











































